RODRIGO JANOT, CASO JONES NÃO PODERIA SER JULGADO EM PRIMEIRA INSTANCIA

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Depois que a defesa de Josenilde recorreu ao STJ e pediu a manifestação do Ministério Público Federal, o MPF recomendou concessão do habeas corpus a ela, além de pedir desmembramento de parte das provas do caso.

“…Recurso em habeas corpus provido em parte, para anular a decisão de quebra de sigilo bancário proferida pelo Juiz Titular da 1ª Vara de Execução Penal em Campo Grande/MS, por incompetência, devendo as provas nulas, por ele ordenadas, serem desentranhadas dos autos.
(RHC 39.135/MS, Rel. Ministro REYNALDO SOARES…”

Ministério Público Federal pediu que o processo que investiga a suposta participação de Josenilde Silva Brito na morte do prefeito eleito de Tucuruí, Jones William, ocorrida em julho do ano passado, seja encaminhado ao Tribunal de Justiça do Pará.

De acordo com o subprocurador geral da república, Rodrigo Janot, o caso não poderia ser julgado por um juiz de primeira instância, pois há indícios de participação do atual prefeito de Tucuruí, Arthur Brito, filho de Josenilde Brito.

Depois que a defesa de Josenilde recorreu ao STJ e pediu a manifestação do Ministério Público Federal, o MPF se manifestou dizendo que o habeas corpus deveria ser concedido.

“…III. Conclusão
Ante o exposto, o Ministério Público Federal manifesta-se concessão da ordem pleiteada no habeas corpus, para que os autos do inquérito original sejam remetidos ao Relator do caso no TJPA, ao qual caberá apreciar a cisão do feito e a manutenção das medidas cautelares decretadas…”

Josenilde Brito chegou a ser presa no fim do ano passado suspeita de participação no assassinato de Jones William, mas agora responde ao processo em liberdade.

Por: Elyon Gomes – Pará Urgente

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